Tuesday, May 16, 2006


Código Da Vinci não deve ser levado a sério, diz Tom Hanks
"É uma grande história, muito divertida...e tudo está no diálogo. Não fere ninguém", declarou o ator, protagonista do filme baseado no best-seller de Dan Brown

Do livro para as telas!!!

A história chega aos cinemas do mundo dia 19 de maio, e terá também no dia 17 uma exibição no festival de Cannes, na França. E deve ser um dos maiores sucessos de bilheteria do ano graças à publicidade e polêmica em que se envolve. O longa tem a direção de Ron Howard e tem como protagonista Tom Hanks. O ator vive o professor americano e simbologista Robert Langon. A trama começa quando ele está em Paris e é chamado a comparecer ao Museu do Louvre, onde o curador foi assassinado. Na cena do crime vários símbolos misteriosos servem como rastro de pistas. É uma ficção. Como o próprio Brown diz no seu site: “O Código da Vinci é uma novela e, conseqüentemente, um trabalho de ficção. Portanto, os personagens do livro e suas ações são obviamente não-reais”. Em declarações a imprensa o ator Tom Hanks ressaltou que “O Código da Vinci” é uma grande historia, muito divertida. E tudo está no dialogo. Não fere ninguém. A igreja se prepara para a estréia. Conservadores da Igreja Católica consideram a historia um ataque a fé Cristã. Antes de ser adaptado para o cinema, o livro de Dan Brown foi traduzido para 44 idiomas e vendeu mais de 40 milhões de exemplares. A boa ação da obra rendeu ao autor mais de 70 milhões de euros segundo a revista Forbes.(FolhaPress)
O filme, produzido pela Columbia Pictures, divisão da Sony, e dirigido por Ron Howard, também tem como intérpretes Audrey Tautou e Sir Ian McKellen.

Friday, April 28, 2006

O lugar do Hipertexto e do Hipertexto eletrônico

Cultura da Interface
Steven Johnson

Sua primeira experiência com os computadores,é assim que o autor Steven Johnson começa o texto “Cultura da Interface”. No texto o autor fala que não consegue se imaginar escrevendo sem um computador, e lembra-se da infância e de seus anos pré-digitais. O autor destaca a modernização, que foi uma mudança sutil, mas profunda.
Johnson afirma que ser digital significa poder ser reinventado ao clique de um mouse: metamorfosear-se sem o esforço de calculadora em planilha em processador de textos em console de edição de vídeo em campo de batalha e começar tudo de novo. Ao referir-se a interface o autor diz que ela teve seu quinhão de estimativas equivocadas ao longo dos anos. Ele fala de sucessos empresariais como o Windows 95, o surgimento dos monitores de alta resolução e da tecnologia mais rápida que tornou a interface mais animada. Para Steven Johnson o que mudou foram nossas expectativas com relação à serventia de imagens de computador. O texto já está amplamente presente na interface gráfica atual e a linguagem visual ficou cada vez mais elaborada. Segundo o autor o uso da interface nos diz mais sobre o documento que o contém, ele cita sucessos acadêmicos rarefeitos relatando que realmente nada se equivalha a uma mudança de paradigma de interface. Destaca a Apple que já implementou todas as características acima. Enfim a mudança mais expressiva e mais perturbadora como destaca o autor, seria um sistema semântico de arquivos que daria ao computador muito mais controle sobre a organização de nossos dados.

O lugar do Hipertexto e do Hipertexto eletrônico

O QUE É VIRTUAL?
Pierre Lévy
Conforme o autor Pierre Lévy , em o que é virtual?, podemos perceber sensações de outras pessoas, em um outro momento e outro lugar. Sistemas ditos de realidade virtual nos permitem experimentar uma integração dinâmica de diferentes modalidades perceptivas.
Nos primeiros capítulos de seu livro, Lévy, desenvolve toda uma argumentação para demonstrar a percepção como a projeção do mundo, tanto da ação como a imagem. Neste caso a projeção da imagem do corpo é geralmente associada à noção de telepresença. Os sistemas de realidade virtual transmitem mais que imagens: uma quase presença. Através de membranas virtuais pode-se reconstruir modelos digitais do corpo em três dimensões. Lemos e escutamos um texto. E o mesmo tempo que o rasgamos pela leitura ou pela escuta, amarrotamos o texto, suas passagens mantêm entre si virtualmente uma correspondência que atualizamos de um jeito ou de outro.
Segundo o autor escutar, olhar, ler equivale finalmente a construir-se. O texto serve aqui de vetor, de suporte ou de pretexto à atualização de nosso próprio espaço mental. Como o autor cita em um dos capítulos, você pode ainda não ter lido a palavra “hipertexto” mas, no entanto estamos tratando diretamente dele. Hipertexto; forma de produção textual possibilitada pelos avanços da microinformática. O hipertexto faz seu aparecimento no mundo eletrônico como uma encarnação daquilo que se produz teoricamente. Pontos coma textualidade, narrativas e a s fronteiras existentes entre o leitor e o autor se configuram como pontos de encontro com mais nitidez.
Para o autor o leitor de um livro ou de um artigo no papel se confronta com um objeto físico sobre o qual uma certa versão do texto está integralmente manifesta. O autor define o computador como um operador de potencialização da informação, e não apenas um instrumento a mais para produzir textos, sons, imagens etc.
Segundo Lévy a hipercontextualização é o movimento inverso da leitura, no sentido em que produz, a partir de um texto inicial, uma reserva textual e instrumentos de composição graças aos quais um navegador poderá projetar uma quantidade de outros textos.assim o texto digitalizado se diferencia do impresso clássico. Enfim podemos concluir que virtual, palavra já tanto gasta, abrange tudo que não se encontra concretamente, ou em carne e osso, mas sim através da informação gerada sobre ela na rede.

Monday, March 27, 2006

Minha Mãe!!! Minha vida!!!!


Mãe...
Palavra tão pequena, com um significado tão grande
Que pertence a uma pessoa tão especial
Que amamos para todo o sempre
Pessoa que me esperou a cada minuto
Que acompanhou-me do primeiro choro, aos meus prantos
Que me ajudou quando eu sozinho não conseguia
Que me consolou quando eu não podia
Que me cuidava , quando me feria

Mãe..
É como a vida
Sem ela não existimos, não progredimos
É a mão amiga, mesmo quando se faz despercebida
Ela nunca dá as costas, mesmo para o pior filho
Ela que ama, luta, surpreende, cuida, ajuda...

Mãe...
Não precisa ter o sangue
Nem cor ou riqueza
Basta existir, para podermos sempre amarmos
Como hoje.

Mãe ...
Eu te amo!

Autora: Rosana Antunes Gonsalez

Saturday, March 25, 2006

Friday, March 24, 2006

AMIZADE!!!

AQUELE QUE ACEITA O OUTRO COM TODOS OS SEUS DEFEITOS, CONFIA NELE E SE SENTE RESPONSÁVEL PELO SEU BEM ESTAR.
PUDERA EU TER O DOM DE UM POETA OU DE UM MÚSICO...
PARA PODER COLOCAR EM VERSO E MELODIA O SENTIMENTO DE UMA AMIZADE.
AMIGO OCUPA MAIS ESPAÇO DO QUE O LADO ESQUERDO DO PEITO...
AMIGO É AQUELE COM QUEM CHORO... É AQUELE COM QUEM RIO...
AMIGO É UM SÓ NÃO IMPORTA SE TENHO UM OU CEM. CADA UM... EM CADA MOMENTO... É ESPECIAL...É ÚNICO, É VITAL ... !
AMIGO NÃO SE ESCOLHE... NÃO SE "PEDE" NINGUÉM EM AMIZADE...
ELA EXISTE OU NÃO, SEM TEMPO PRÉ DETERMINADO, SEM PRAZO PRA INICIAR. AMIZADE É SENTIMENTO É, AFETO, AMOR,RESPEITO,VERACIDADE,TROCA, CARINHO, CUMPLICIDADE.
Essa vai para a minha Amigona Camila Ferro Prêmio Press 2005 de melhor repórter de rádio do RS, E 2006 Tbm!!!!

I Pod mania!!!

Foi se o tempo dos walkman e discmans o mercado antigamente dominado por estes eletrônicos está perdendo espaço. Os tocadores de música, mais conhecidos como i-pods conquistam pessoas de diversas idades. O aparelhinho pode custar de trezentos a dois mil reais e a cada dia mais e mais pessoas estão adquirindo. Para Lucas Ribeiro, a facilidade em baixar músicas o fez abandonar o uso do discman e adquirir um i pod. “ Com o i pod posso escolher minhas músicas favoritas baixar, escutar e depois descarta-las, “ afirma o estudante. Já para a jornalista Camila Alessandra o i pod tornou-se um companheiro inseparável. “Ele é fácil de guardar e carregar.” Os i pods viraram mania mundial e com o crescente mercado que ocupam a cada dia novas tecnologias surgem relacionadas a estes aparelhinhos.

O mercado dos I Pods

As novas tecnologias estão cada vez mais atingindo grandes dimensões. A exemplo podemos citar os i-pods que estão dominando o mundo, e é claro o Brasil não poderia ficar de fora. Quando o i-pod surgiu em 2001 não obteve sucesso imediato mas com as novas tecnologias o tocador de música virou febre mundial entre pessoas de todas as idades. Algumas pessoas dizem que é amor a primeira vista, e o principal sucesso dos i-pods é a facilidade em manusear e carregar. O pequeno fenômeno é bem mais flexível que um walkman ou um discman, isto pode ter sido o principal quesito que fez com que o aparelho atingisse recordes de venda. Em 2005 só uma empresa de computadores vendeu 32 milhões de iPods. E empresas aéreas estão disponibilizando, depois de algumas semanas, para os clientes que comp´rarem passagens na classe a, mini i-pods para ouvir as músicas em mp3 de sua preferência. O design e a tecnologia dos aparelhos muda a cada dia. De acordo com a publicação do site terra de 6 de março de 2006 que cita a reportagem do site Think Secret, a nova geração do mais popular tocador do planeta não sairá completamente dos padrões: terá altura e largura parecidas com as dos iPods atuais e receberá uma tela de 4 polegadas. Espera-se que o novo iPod seja anunciado no final de março ou mais tardar no início de abril. Era especulado que o novo iPod poderia vir com capacidades WiFi, dispensando cabos para se conectar ao PC. Ventilou-se também a possibilidade de que o tocador mudaria profundamente seu design, trazendo uma tela bem maior e com maior resolução. Mas a revelação dependerá em grande parte de acordos para ampliar o conteúdo de vídeos da loja virtual iTunes Music/Video Store. Ainda não é sabido se o novo tocador terá resolução maior do que os 320 x 240 do aparelho atual, porém com o aumento da tela é improvável que a qualidade de imagem se mantenha a mesma.

Friday, March 17, 2006

Friday, March 03, 2006